O Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) passou, a 1 de agosto, a designar-se Universidade Politécnica de Castelo Branco (UPCB), com Luís Farinha como primeiro reitor. A mudança insere-se na conversão simultânea de treze institutos politécnicos públicos portugueses, entre eles os de Beja, Coimbra, Guarda e Viseu, ao abrigo da Lei n.º 32/2026, de 20 de julho, que revê o Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior. A conversão é automática para instituições com acreditação institucional sem condições, como já era o caso do IPCB.
Para quem concorre ao ensino superior, o que muda por agora é apenas o nome: cursos, planos curriculares e valor legal dos diplomas mantêm-se. A mudança apanhou o Concurso Nacional de Acesso a meio caminho, com a 1.ª fase de candidaturas fechada a 6 de agosto, 1109 vagas disponibilizadas pela instituição e resultados esperados a 23 de agosto. A UPCB reúne seis escolas superiores em Castelo Branco e Idanha-a-Nova, com cerca de 4.950 estudantes, 520 docentes e três doutoramentos em curso.
Para Luís Farinha, o objetivo é "construir uma Universidade Politécnica profundamente comprometida com os estudantes e com o território", numa transformação que a instituição associa à fixação de jovens na Beira Baixa e ao reforço da ligação entre ensino superior, empresas e municípios da região.
Redação: Ana Teixeira

